Status HTTP e MIME

Processado neste navegador

Limite de texto: 2000000 caracteres

Esta ferramenta não envia sua entrada.

O nginx devolveu 415 e o time discute se é o HEIC ou o Cloudflare. Esta aba consulta o código e o tipo MIME. Não faz GET na URL.

O ar caiu, o painel do CDN mostrou 415 ou 502 e alguém perguntou se “é a Cloudflare ou o PHP”. O trabalho desta página é lembrar o que o código e o MIME querem dizer, sem disparar um request daqui.

A MDN em português descreve o 415 como recusa do corpo: Content-Type, Content-Encoding ou inspeção dos bytes. CDN de otimização de imagem (e a própria Cloudflare, que costuma só repassar o 415 do servidor de origem) devolve isso quando o formato não entra na lista — HEIC, WebP sem permissão, extensão .png com bytes de outro tipo.

415 no upload e no MIME

Não confunda com 406 (o servidor não consegue produzir o tipo que o cliente pediu). 415 é o contrário: o cliente enviou um tipo que o destino não processa.

No Brasil o caso clássico é foto do iPhone no portal de vaga, no S3 atrás de um otimizador ou no backend que só lista image/jpeg e image/png. Renomear .heic para .jpg não muda os bytes. Antes de brigar com o DevOps, converta HEIC nesta aba.

Um cabeçalho típico de upload que o origin recusa:

POST /upload HTTP/1.1
Content-Type: image/heic

Se o log mostrar application/octet-stream no lugar do JPEG, o proxy adivinhou errado. Isto não é laudo forense e não prova o que o servidor “deveria” aceitar.

502, 429 e o que não é MIME

  • 502 / 504: gateway e timeout. Refresh no navegador às vezes some; o origin ainda pode estar morto.
  • 429: limite. Não é “o JSON está feio”.
  • 401 / 403: senha e permissão, não tipo de arquivo.
  • 400: corpo inválido — valide no formatador.

Faixa de IP no ticket do provedor: sub-rede IPv4. User-Agent do nginx: analisador.

Como consultar nesta aba

  1. Digite o código (415) ou um pedaço do MIME (image/webp).
  2. Leia o resumo. A RFC e a MDN mandam mais texto do que cabe aqui.
  3. Nada sobe: não há URL para testar. Se precisar de prova no ar, use o seu curl no terminal.

A lista é um recorte dos códigos mais comuns, não o catálogo HTTP inteiro. 418 existe como ovo de Páscoa; não use isso em contrato de SLA.

Perguntas frequentes

Isso testa a minha URL de verdade?

Não. Não há curl, Postman nem ping daqui. Você consulta o significado do código ou do MIME que já apareceu no log.

Upload de HEIC do iPhone deu 415. É o CDN?

Muitas vezes o origin ou o otimizador de imagem só aceita JPEG/PNG. A extensão mentir e o Content-Type não bater com os bytes também gera 415. Converta no cliente com HEIC para JPG antes de subir de novo.

502 é Cloudflare ou o PHP caiu?

502 quer dizer que o gateway recebeu resposta inválida do servidor de trás. A aba não aponta o culpado. Olhe a origem, o tempo esgotado e se o PHP ou o Node ainda respondem — o código sozinho não decide.

401 e 403 são a mesma coisa?

Não. 401 pede autenticação; 403 já conhece quem você é e recusa. JSON feio costuma ser 400, não 403.

Quero entender o User-Agent do 415 no access log.

O código e o MIME ficam aqui. A string do cliente vai no analisador de UA.

O corpo JSON quebrou com 400. Valido onde?

No formatador JSON. Esta página não analisa o JSON.

Ferramentas relacionadas