Analisador de User-Agent

Processado neste navegador

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Esta ferramenta não envia sua entrada.

O log do nginx mostrou um UA estranho. Esta aba parseia a string. Não é prova forense e não diz quem é o usuário.

O log do nginx (ou do CloudFront na frente da loja) mostrou um User-Agent que ninguém reconhece. O trabalho é quebrar a string nesta aba: navegador, sistema, motor — o que o parser conseguir ler.

Cole o UA. Não faz request ao vivo, não consulta base de bots paga e não identifica pessoa. Chrome no iPhone, WebView do app do banco e crawler de preview do WhatsApp mentem ou se vestem de outro cliente o tempo todo.

Quando o parse ajuda

  • Entender se o 415 veio de um WebView antigo ou de um bot.
  • Montar um recorte grosseiro de “Safari iOS vs Chrome Android” no ticket de suporte.
  • Conferir a string antes de mandar no e-mail do time, sem cookie grudado.

É a ferramenta errada para prova judicial, fingerprint estável ou bloqueio automático de bot.

O que o UA não prova

Código HTTP: referência. Rede: sub-rede. Token na mesma linha do log: JWT, não esta caixa.

Nada é enviado. Ainda assim, log completo pode trazer IP e cookie — cole só o campo User-Agent.

Perguntas frequentes

A string do log sobe para um serviço?

Não. O parse fica nesta aba.

Dá para saber quem é a pessoa pelo UA?

Não. User-Agent é fácil de mentir e muitos apps mandam string de compatibilidade.

Chrome no iPhone mostra iOS de um jeito e Safari de outro?

Vários UAs de iOS são de compatibilidade. Trate o resultado como palpite, não como inventário de frota.

Preciso do significado de 403 ou 415.

Isso é a referência HTTP, não o parser de UA.

O IP do cliente entra aqui?

Não. Máscara e rede: sub-rede IPv4.

Posso mandar o UA no e-mail do suporte sem senha?

Sim, se não colar cookie, token nem Authorization junto. JWT vai no decodificador.

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