A resposta do WS está numa linha e a tag de Fault some. Cole o XML: a indentação mostra Envelope, Header e Body. JSON e SQL têm páginas próprias.
O POST no SOAP UI devolveu um Envelope numa linha só. Achar Fault, faultstring ou o OrderId no miolo é adivinhação. O trabalho é indentar XML nesta aba.
Não é emissor da Receita. Não é validador de schema. Não assina com e-CPF. O Brasil tem um oceano de páginas “XML NF-e”; esta URL não entra nesse rio.
SOAP, feed e config — o mesmo recorte
Útil quando o texto já é XML bem formado:
- Envelope SOAP 1.1/1.2 com
Header/Bodyminificado. - RSS/Atom, sitemap, POM, config Spring colada do log.
- Trecho de SVG para ler a árvore, não para otimizar caminho.
Inútil quando você precisa de XSD da Receita, DANFE, transmissão ou “corrigir” entidade. CDATA e comentário devem sobreviver se o documento já era válido; se o produtor mandou lixo, a indentação não lava.
Senha de WS-Security no Header: trate como segredo. Formatado ou não, o XML ainda autentica o serviço.
Como ler o Fault sem fingir o XmlSpy
- Cole o XML. Sem tag, a aba recusa.
- Formate (ou minifique, se a UI oferecer o inverso).
- Procure
Fault,errore o prefixo do namespace — o olho funciona melhor com quebra. - Payload JSON ao lado: formatador JSON. Query: SQL.
Nada é enviado. Isto não assina XML e não substitui o cliente do barramento.