O dump do Metabase, do ORM ou do log chegou sem quebra de linha. Aqui o texto ganha indentação para o PR ou o Slack do DBA — o Postgres da empresa nem fica sabendo.
O relatório quebrou na sexta e a query está numa linha de dois mil caracteres. O trabalho é conseguir ler o JOIN e o WHERE nesta aba, sem abrir o Beekeeper e sem colar o SQL num formatador que sobe o texto.
Aqui não roda nada. Não existe conexão, não existe EXPLAIN, não existe otimização de índice. O motor só indenta o que você cola. A consulta formatada deveria devolver o mesmo resultado que a original — se o parser não tropeçar num dialeto.
Quando a indentação resolve o ticket
- SELECT gerado pelo ORM ou pelo Metabase, sem quebra.
UPDATE/DELETEque alguém mandou no chat: o WHERE some no meio da linha; indentado, a ausência grita.- CTE e subconsulta que o revisor do PR não consegue acompanhar.
- Trecho para colar no Confluence sem parecer um minificado.
É a ferramenta errada se você precisa de plano de execução, hint de índice ou “rodar contra o staging”. Isso continua no psql, DBeaver ou console da nuvem.
Palavra reservada usada como nome de coluna às vezes quebra o highlighter. O banco pode aceitar com aspas; o formatador, não. Guarde o original.
Como usar sem fingir que é o cliente SQL
- Cole o SQL. Senha de conexão e literal de produção não deveriam estar aí.
- Formate. Revise
JOIN,ONeWHERE— a indentação mostra buraco, não conserta lógica. - Duas versões: diff de texto. Payload ao lado: JSON.
Nada é enviado a um servidor de query. Isto não é parecer de performance e não é o formatador do Visual Studio.