O WhatsApp gravou quarenta segundos de teto antes do assunto. Solte o clip, marque os tempos: a aba toca e regrava só o miolo. Filme de 200 MB nem começa.
A call começou com “alô, me escuta?” e o arquivo que o gestor quer tem um minuto inútil. O trabalho é aparar o clip nesta aba, sem abrir CapCut com conta e sem fingir Premiere.
O motor lê o vídeo que o navegador consegue tocar, busca o tempo inicial, reproduz o intervalo e grava com MediaRecorder. O download costuma ser WebM, mesmo que o original fosse MP4. Isso é o oposto do discurso “cópia de fluxo 100%”: aqui há recodificação do que saiu na tela. Aceite ou use um cortador com ffmpeg no computador.
O que cabe — e o que a memória recusa
- WebM da gravação de tela com dez segundos a mais no fim.
- MP4 curto do celular, desde que o Chrome/Edge decodifique.
- Teto cerca de 32 MB. Filme de aniversário e ISO ficam de fora.
Áudio solto não é este drop: cortar áudio. Tela ainda não gravada: gravador de tela.
Codec exótico, HEVC de iPhone antigo ou arquivo corrompido: o player falha e o corte nem começa. Não há conversão mágica de formato além do que o MediaRecorder souber emitir.
Como aparar sem esperar estúdio
- Solte o arquivo que o navegador toca.
- Informe início e fim em segundos. O fim precisa ser maior que o começo.
- Processe e baixe. Ouça o resultado: a recodificação pode introduzir artefato que o original não tinha.
- Envie como Documento no WhatsApp. Se o Gmail oferecer Drive, o arquivo ainda está grande — cortar silêncio não substitui compactar quando o anexo é PDF, e não substitui um compressor de vídeo de verdade quando é filme.
Nada é enviado. Isto não é NLE e não gera GIF.