O teste pediu o SHA-256 da string de configuração, não o checksum do EXE. Esta aba hasheia texto — MD5 continua no motor para legado, não para guardar senha de produção.
O sandbox pediu o SHA-256 da string de configuração ou o MD5 de um token de homologação. O trabalho desta página é hash de texto nesta aba: MD5, SHA-1, SHA-256, SHA-384 e SHA-512. Não é checksum de arquivo. Não é antivírus. Não “descriptografa” nada.
A Dell e o Get-FileHash da Microsoft deixam o recorte de arquivo no Windows. Colar binário como texto não bate com certutil. ISO acima de ~32 MB nem entra na irmã — use o terminal.
String de teste, não o EXE
- Digest de payload, de e-mail canônico ou de token de homologação que o DBA colou no Slack.
- Comparar duas strings (“mudou uma vírgula?”) sem mandar o texto a um hasher público.
- MD5/SHA-1 só para legado que o sistema antigo ainda exige.
É a ferramenta errada para “este setup.exe está limpo” (antivírus), para senha de produção e para integridade de ISO. HMAC com chave: HMAC.
Espaço, UTF-8 e o hex que não bate
- Cole a string. Cuidado com espaço no fim e com a quebra que o WhatsApp Web injeta.
- Leia os hex. O motor devolve os cinco algoritmos de uma vez.
- Arquivo: sha256. Texto em Base64: Base64 — hash ≠ encode.
MD5 e SHA-1 seguem no motor porque sistema velho ainda pede. A Microsoft já escreve em PT que esses dois não servem contra adulteração. Não use para senha nova.
O que o hash não prova
Não prova que o arquivo está sem vírus. Não prova autoria. Não substitui assinatura ICP-Brasil. LGPD: hashear CPF na aba do navegador não vira base legal para guardar o número.
Nada é enviado. Isto não é cofre e não é o sha256sum do Linux para ISO de 4 GB.